Uma semana banal, com os três grandes a conquistar os 3 pontos e os treinadores patudos a lerpar, leia-se, o Faizal e o do boné da capital do móvel. Pelo meio uma vitória contundente do Nacional sobre o Braga, a mostrar agora um “velho” menos pavão do que é usual! Pelo meio, a primeira vítima, José Mota! Há gente que não tem paciência nenhuma! O calendário do Setúbal nas sete primeiras jornadas não era fácil, e convínhamos, a equipa também não é de top, muita juventude e um ou dois valores seguros. Querem o quê? Milagres? Mas a rodinha das cadeiras vai começar a funcionar a sério, pois o Mota já deve estar a piscar o olho ao regresso à capital do móvel, sabendo que a dupla Costinha/Maniche está a prazo e mais semana menos semana saltam fora do barco, e sem subsídio de desemprego, pois o tempo de permanência no clube é inferior ao mínimo legal para ter direito à mama. Uma nota para este emergente Guimarães, que contrariamente ao que havia preconizado, continua a surpreender, desta feita perante um Marítimo cujo canto do cisne foi apenas a vitória sobre o Benfica. Agora os grandes…..
PORTO
Sem encantar o Porto lá sacou os 3 pontos ao Arouca, e o jogo nem foi o mais difícil, conta quem sabe que a viagem é um verdadeiro calvário. Vitória justa da melhor equipa em campo, com os caseiros a incomodar muito pouco a baliza de Helton, mesmo depois de estar em desvantagem desde cedo. Já todos sabemos que o Porto, até com um símio a liderar a equipa no banco serve para consumo interno, logo, o menos símio Fonseca chega e sobra. By the way, o mísero Vítor Pereira nas arábias parece que não se está a dar muito bem, o que prova que o antecessor do Fonseca também estava apenas uns furinhos acima do mais capaz dos símios. Em suma, valeu o abono de família que resolveu o jogo, como de costume.
Melhor em campo: Jackson, deve sentir-se picado pelo Montero
BENFICA
A deslocação não era fácil e na Amoreira é preciso argumentos para contrariar a mais bem organizada equipa do campeonato. Ou isso ou então jogar contra 10, também serve. O Benfica alinhou pela segunda opção, e lá acabou por somar os 3 pontos. Foi por pouco, ao cair do pano, foi por pouco que os bravos estorilistas não estragaram a noite ao Jesus. Sem grandes casos, aceita-se a vitória do Benfica, vistas bem as coisas, foi mais equipa. Agora é bom de ver que as coisas não estão tranquilas naquele balneário, e imagino que o excesso de sérvio aos ouvidos dos restantes colegas, poucos é certo, deva começar a causar algum incómodo. Enfim, estratégias de uma gestão desportiva pioneira, que quanto a mim não passará disso mesmo, do pioneirismo da desgraça.
Melhor em campo: Cardozo, mas que golo caneco! Só isso valeu o bilhete
SPORTING
Jogaram pouco, correram menos do que o adversário, remataram menos do que é habitual e oportunidades de golo quase inexistentes, e ainda assim ganharam de 4 a 0. Grande pecúlio para tão pouco futebol! Bom, pelo meio é preciso excluir uma falta ofensiva do Maurício que deu em penalti. Mas mesmo assim, contar por golos 4 das 5 ocasiões é obra. Mas as equipas com um grupo de trabalho unido é mesmo assim, aliás, muito do que resulta nas quatro linhas é feito fora delas, e nessa matéria, o Sporting deu uma volta de 180º. A diferença vem do ponta de lança estrela, aquele que é o novo levezinho de Alvalade. Façam-lhe uma estátua e rezem para que não descarrilhe. Bons apontamentos para Carrillo e Adrien, jogadores que vão fazendo a diferença no 11.
Melhor em campo: o inevitável Montero
Pantomineiro Mor