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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

As últimas da professora de MÉRTOLA e dos seus famosos vídeos porno






Aparentemente a jovem professora terá tentado suicidar-se no passado dia 16. Não faz sentido em qualquer circunstância, muito menos pelo crime de que é acusada. É sempre possível reconstruir a sua vida, noutro lugar, a fazer outra coisa, enfim..... partir do zero, que é em si uma pena já bem pesada para quem alegadamente cometeu o crime de que é acusada. Força Teresa.

Até ver a malta contínua sedenta de continuar a ver essas pérolas alegadamente gravadas em Penilhos!

Pantomineiro Mor


A professora do ensino básico do agrupamento de escolas de Mértola que fez filmes pornográficos na sala de aula tomou uma dose de comprimidos no dia 16 de Novembro, um sábado, alegadamente para tentar o suicídio. Deixou cartas de despedida aos familiares e conduziu alguns quilómetros até uma barragem próxima de casa. A docente passou essa noite em observação no hospital, mas a dose de ansiolíticos era demasiado fraca e por isso a professora pôde deixar o hospital ainda no domingo.
Foi um dos filhos da docente que encontrou a mãe na barragem perto do alto de São João, no concelho de Mértola. Depois de conduzir até ao local, já sob o efeito dos ansiolíticos, a mulher - que se encontra de baixa médica pelo menos até ao final deste mês - terá feito uma chamada telefónica. Acabou por ser transportada de ambulância para o Hospital de Beja, onde passou algumas horas, mas foi a própria a assinar a alta médica que, logo na manhã seguinte, lhe permitiu voltar a casa.
NOVAS DILIGÊNCIAS Entretanto, o processo de inquérito que a Direcção-Geral de Educação e Ciência (DGEC) instaurou no início de Setembro, na sequência das queixas apresentadas ao director do agrupamento de escolas pelos encarregados de educação, está num novo impasse. Depois de ter dito que estava "em fase de conclusão" o relatório final, o ministério de Nuno Crato explica agora ao i que, "na sequência de novos elementos carreados para o processo, foi necessário proceder a novas diligências de prova", não havendo ainda data para a conclusão do mesmo. Esses "elementos" a que o ministério faz referência prendem-se com o facto de à tutela terem chegado provas dos vídeos que o i denunciou há dois meses.
Já sobre as "novas diligências de prova", a tutela não avança mais explicações, mas oi sabe que ainda na semana passada o inspector da DGEC esteve novamente na escola - a última vez que isso aconteceu foi em meados de Outubro - para confrontar os alunos com imagens de alguns vídeos protagonizados pela docente. O responsável pela investigação optou por apresentar imagens que continuam disponíveis na internet e em que a docente aparece, de facto, no interior da sala, mas cujo conteúdo não denotava qualquer teor sexual.
O objectivo dessa confrontação passava por perceber se as crianças conseguiam identificar a professora, o que foi conseguido. Esta fase do processo de inquérito está portanto mais centrada nas práticas extralectivas da professora.
Num primeiro momento da investigação, o responsável pelo inquérito centrou-se nas questões pedagógicas levantadas pelos pais dos alunos. Isto porque vários encarregados de educação referiram ter sentido um desfasamento entre o nível escolar dos seus filhos e o das crianças vindas de outras instituições da região ao chegarem ao segundo ciclo do ensino básico.
Enquanto esperam pelo resultado do inquérito, os pais reiteram o desejo de ver a professora expulsa da escola. As mães ouvidas pelo i já tinham garantido que os filhos não voltarão à escola caso a decisão do ministério seja de sentido diferente.

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