Mostrar mensagens com a etiqueta portugueses fartos da democracia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta portugueses fartos da democracia. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Acho que os portugueses estão a ficar fartos da DEMOCRACIA



Isso da liberdade tem que se lhe diga, o mesmo é dizer, isto da democracia não é só rosas, ou melhor, se são só rosas, vêm com os respetivos espinhos. Ora bem, não estando os políticos amantes da democracia dotados da ética, competência e responsabilidade de defender os interesses do seu povo e da nação e o seu povo virará costas, mais cedo ou mais tarde, é só deixar lentamente acabarem os biscoitos. Não sei quando, mas algures no tempo a democracia ruirá e dará lugar a um novo regime, qual, não sei, só sei que virá. A democracia tem tendência para viver acima das suas possibilidades, e como a troika já nos explicou, assim não dá! Curiosamente os famosos mercados e agências de rating, que tanto crucificamos num passado recente, foram quanto a mim os freios desta nossa democracia irresponsável, mas em simultâneo o garante da sua subistência durante mais algum tempo. Porquê? Porque os mercados e as agências de rating impediram a continuídade de uma gestão pública irresponsável, que pelo rumo que estava a tomar nos levaria mais tarde a um estoiro imcomparavelmente superior ao petardo que nos rebentou na mão há cerca de 3 anos para cá.

Eu diria que a democracia é uma espécie de WC público. Raramente temos cuidado com ela, pois não é nossa. Ainda por cima, de tão cagada que já está, o importante mesmo é satisfazer as nossas necessidades, e os outros, que virão a seguir que se amanhem, que forrem tudo com papel higiénico se for necessário! E as nossas necessidades, no mundo da democracia, são o conquistar o voto do eleitor. No mundo do WC, urina e fezes. Pronto, acabei de dizer que o eleitor é uma espécie de mijo e merda, o que lá bem no fundo nem é mentira. Para o político em democracia, o eleitor não passa de um meio ou necessidade para atingir um fim, o de ser eleito. Depois de ser eleito, prioridade à reeleição custe o que custar, por isso, os que vierem a seguir que fechem a porta.

Continuando no espectro do WC, a verdade é que nenhum regime, dos que conhecemos, está isento de vicissitudes. Senão vejamos:

MONARQUIA: o WC está sempre impecável e é revestido a ouro, mas só lá cagam os de sangue azul, o povo que se alivie atrás dos arbustos, e ainda assim, para o fazer, toca de pagar a dízima.

FASCISMO: WC limpinho, afinal de contas quem lá está acha que vai ser eterno e ficar para sempre no poder, agora o povo pode mijar e cagar, mas tem que ser bem caladinho. Senão corre o risco de não poder exercer o direito a satisfazer as suas necessidades.

COMUNISMO: os camaradas prezam bastante o WC, por isso, se algum camarada mija para fora do urinol, vem logo outro camarada passar a esfregona, e da próxima vez até haverá um camarada para segurar o material. Mas com o tempo o camarada da esfregona começa a demorar mais tempo até que se esquece, o que segura o material começa a apontar às paredes, e  pelo meio o autoclismo deixa de funcionar, a partir daí é até ficarmos todos soterrados em merda. Quanto ao povo, uma esfregona para cada um, e para cagar é preciso fazer fila e esperar a vez.

ANARQUIA: quando chegaram ao poder ainda havia WC, mas acharam melhor deitar abaixo e usar a mata, afinal de contas, é mais natural. Quanto ao povo, cada um por si, e sim, ninguém pode lavar as mãos.

Está visto que o regime político perfeito não existe, ou melhor, talvez a PANTOMINOCRACIA o seja, whatever that is, venha ela...


Pantomineiro Mor


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
!-- Start of StatCounter Code for Blogger / Blogspot -->