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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

PASSOS COELHO escolhe o Tribunal Constitucional para BODE ESPIATÓRIO


O nosso Primeiro Ministro teima em querer culpar o Tribunal Constitucional (TC) pela crise latente em que vamos vivendo, mas não só, aproveitou também para durante este atirar a culpa de um segundo resgate da Troika. O TC tem as costas largas….. mas tenho cá na minha ideia de que com TC ou sem TC o final iria ser o mesmo, a Troika vai mesmo querer permanecer em Portugal por mais algum tempo! E porquê? Porque os últimos dois anos trouxeram muito pouca consolidação orçamental, aliás, o resultado obtido está muito aquém do esperado nesta altura do campeonato. Então o que foi feito durante este tempo todo? Pelo que percebi, tirar tudo o que estava escondido debaixo do tapete, tal qual um menino com os bolsos cheios de guloseimas a quem os pais pedem para esvaziar os ditos do  veneno dentário, só que ao contrário, porque os bolsos do Estado estavam tudo menos cheios, mas a ideia está lá, certo? Ao Passos não deve ter custado muito a fazer, foi mais por a nu o que os socialistas andaram a fazer ao longo dos últimos anos, onde se incluem os ditos swaps, só que neste caso, a coisa fez ricochete!

Mas então o TC tem ou não razão? Custa, mas eu cá acho que tem. Eu explico, ao TC não compete ser compreensivo com o atual momento económico nacional, ou tolerante com medidas que visam corrigir desvios orçamentais, mas sim assegurar que a Constituição nacional é respeitada e cumprida. A interpretação do TC é bastante clara, de resto, a Constituição também o é, não há lugar a interpretações diferentes do mesmo texto. Compreendo que a nossa Constituição possa ser pouco ajustada ao país pelintra que somos, pois promete tudo a todos, em troco de pouco ou quase nada. Assim sendo, mude-se a dita Constituição, para que esta se possa “modernizar” e alinhar com os altos padrões neoliberais que regem o nosso Governo. Ah, são precisos 2/3 do Parlamento! E há quem não queira alinhar por estes altos padrões…… e compreensivelmente, não vejo que os partidos de esquerda sintam qualquer tipo de entusiasmo em retirar regalias a quem quer que seja!

Mas se o Governo tivesse dois dedos de testa já tinha há muito vislumbrado a solução! Bastava-lhes promulgar a equidade entre setor público e privado, capitalizando na própria argumentação do TC que sustentou o chumbo dos cortes nos subsídios do setor público. Depois era partir para extinção de funções que verdadeiramente jamais existiram na função pública, o que em si deveria ser suficiente para saldar o nosso défice orçamental para o futuro. Mas para ver isto não era preciso dois dedos de testa, apenas alguma espertice, e nesta matéria, o Governo está bem servido. Por isso, o que sucedeu, e cá vai a teoria da conspiração, foi em vésperas de eleições arranjar um bode expiatório para o anúncio mais cedo do que tarde da existência de um segundo resgate financeiro a Portugal, e mais, no balanço, ainda vêm mais uns cortes destinados ao povo, que sem ir diretamente  ao bolso acabarão por cortar privilégios e regalias (só não vos sei dizer quais à data de hoje).

Sou claramente de opinião que não há ninguém para fazer melhor este serviço, e que este serviço tinha que ser feito, mas isso implica para o povo português regredir no tempo para épocas que não deixam saudades, a não ser o povo simpático e afável que éramos antes de sermos possuídos pelo vírus do consumo. Mas o vírus não tem cura, e o retrocesso será feito à custa de uma ressaca de consumo tremendo para a globalidade da população, em que contrariamente à 20 vinte anos, continuaremos a não saber o nome do nosso vizinho do lado.

SAD BUT TRUE

Pantomineiro Mor

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Tão simples como saber se é "FILHO DA" ou "FILHO DE"


Só mesmo neste país! Andamos há meses a patinar sobre o “de câmara” e o “da câmara”! Tudo acaba por ir ao Tribunal Constitucional e qualquer dia qualquer pequena rixa de parque de estacionamento também vai ter que passar pelas barbas dos 13 juízes, quando na realidade meia dúzia de insultos e em caso extremo uns amolganços resolveriam a situação. Bem sei que esta disputa sobre o “de” ou “da” câmara dificilmente se poderia resolver com uns piropos entre deputados, ou com um engalfinhar de candidatos na praça pública, mas que diabo, assim não dá mesmo!

Em primeira instância, a baralhação em torno do “de” ou do “da” é absolutamente ridícula, por isso desde já um valente atestado de incompetência para deputados e legisladores, tudo malta de educação superior, mas em português, fraquito, recomento por isso a leitura em voz alta dos Lusíadas e à noite 10 páginas dos Maias durante os próximos 10 anos, naquela base do quando acabar volta ao início.

Em segunda instância, os tribunais espalhados pelo país que se têm divertido a aceitar e recusar candidaturas a seu belo prazer, sabendo de antemão que a decisão final caberá sempre ao Tribunal Constitucional, por isso, tudo o que até lá suceder é só para divertir a a malta e ocupar neste verão os empreendedores políticos do Bloco de Esquerda. Mais, não cabe na cabeça de ninguém que algo aparentemente simples possa ser avaliado de diferentes formas por juízes diferentes.

Em terceira instância, o Tribunal Constitucional. Ora bolas, ou estavam cheios de trabalho até ir de férias, o que me custa muito a acreditar, ou então, deixar arrastar o assunto até às férias de verão, que naquelas bandas são duas ou três vezes mais alongadas do que as do comum dos mortais, para que a decisão sobre esta matéria seja tomada em vésperas de eleições por metade dos juízes que ficou de sentinela, é assim como que uma demonstração expressa de se estarem a cagar para o país.  Não são os únicos….

Mas o Pantomineiro vai dar uma ajudinha a esta gente! Bem sei que isso das câmaras é algo de subjetivo, é por isso preciso simplificar com algo de mais palpável e entendível para qualquer miúdo com 4 anos de idade. Recorro por isso ao mais banal dos insultos nacionais, pois este tema não é muito diferente do clássico “filho da” ou “filho de”. “Filho da” é algo de muito concreto, trata-se de uma senhora em particular, a quem todos reconhecem a profissão, não confundível com outra do mesmo ramo. Não há dúvida, é aquela e nenhuma outra de quem o sujeito é filho. Já “filho de”, é diferente, o individuo é filho de uma senhora da má vida, isso é um dado adquirido, mas não se sabe bem qual é, apenas que o é. Clarinho? Acho que agora fica bem mais simples a decisão do Tribunal Constitucional, só espero que não façam nenhuma confusão e não acabem por proibir os “filhos de” de se candidatarem a presidentes “de câmara”.

Por último, dizer que todo este tema é ridículo, para todos os efeitos é o povo que vota, e se este entende que pretende manter o mesmo presidente de câmara para o 15º mandato, então que assim seja! Se há poderes instalados, corrupção, favorecimento, então é um caso para a justiça atuar…. mas apenas e só se não estiver ocupada a pronunciar-se sobre estes fait-divers!

Pantomineiro Mor


sábado, 6 de abril de 2013

É mais fácil dizer que não quando nos vão ao nosso bolso! QUE GRANDE PANTOMINADA!



Pois é, em tudo o que ia ao bolso dos funcionários públicos, onde se incluem os senhores juízes, decidiu o Trubunal Constitucional ser inconstitucional! Já o roubo que fazem ao reformados, parece bem, nada a dizer! Será isto uma justiça cega, ou antes uma justiça com um enorme umbigo! QUE GRANDE PANTOMINADA!

Pantomineiro Mor
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