E agora o Tózé assalta a caixa do monopólio, pega no maço de notas e vai logo ter com a Troika para Portugal pagar o que deve e olhar apenas e só para o crescimento. Abaixo, para quem queira delirar um pouco, segue o texto integral do PS sobre o compromisso de salvação nacional. Dá para rir, mas na realidade até é para chorar!
Pantomineiro Mor
COMPROMISSO DE SALVAÇÃO NACIONAL
1. Enquadramento
O nosso país vive uma situação de emergência
social, económica e politica.
O interesse nacional exige uma grande
disponibilidade para o compromisso. Não um compromisso de partilha de poder (ou
de troca de lugares). Mas sim um compromisso em torno de políticas e de medidas
concretas que retirem Portugal da crise económica, social, política.
Um compromisso sério que devolva a esperança
e a confiança aos portugueses.
Esse compromisso também deve conter resposta
e soluções concretas para defender o regime democrático, credibilizar os órgãos
de soberania e reforçar a confiança nos partidos políticos.
Este não é um momento qualquer na vida do
nosso país. Este é um momento raro onde as decisões de cada um marcarão os
próximos anos da nossa vida como povo e como país.
Desde o início, o PS defendeu e bateu-se para
que nenhum partido político, com assento parlamentar, fosse excluído deste
“compromisso de salvação nacional”.
O PS agiu assim, a pensar no país, na
necessidade de todos contribuírem com soluções e na defesa dos valores
essenciais das democracias modernas.
Por estas mesmas razões e conscientes da
exigência dos desafios do momento, o PS apresenta os seus contributos para a
elaboração do “compromisso de salvação nacional”.
2. Metodologia
Princípio da boa-fé do processo de diálogo
• Todos os partidos políticos expressaram
claramente a vontade de iniciarem um diálogo interpartidário tendo em vista
alcançar um compromisso na base dos três pilares propostos pelo Presidente da
Republica;
• Não há acordo sobre nada, enquanto não
houver acordo sobre tudo;
• Os participantes nas reuniões assumem um
compromisso de reserva relativamente ao conteúdo das mesmas;
Os partidos políticos garantem a transmissão
de informação necessária à boa prossecução dos trabalhos.
Participação nas reuniões
• Nas reuniões participam exclusivamente os
representantes dos partidos políticos;
• Assiste às reuniões, com o estatuto de
observador, um representante do Presidente da República.
Funcionamento
• Os partidos políticos estabelecem o prazo
de uma semana para a conclusão do processo de diálogo;
• Realizar-se-ão reuniões diárias, durante a
tarde, nas sedes dos respetivos partidos políticos, pela ordem seguinte: PS,
CDS e PSD;
• O partido político que recebe assegura a
coordenação da respetiva reunião.
Primeiro pilar
De acordo com a Constituição da República, o
prazo mínimo para a marcação de eleições para a Assembleia da República é de 55
dias, no caso (presente) da dissolução do parlamento.
Tendo como referência a data de 30 de Junho
de 2014 para o fim do programa de assistência financeira, as eleições
legislativas, dificilmente, poderão ocorrer antes da primeira quinzena de
Setembro de 2014, mais concretamente nos dias 7 ou 14 de Setembro.
Para o PS, a realização de eleições nestas
datas não condiciona a conclusão de um compromisso de salvação nacional. Não
obstante, somos de opinião que o interesse nacional aconselha vivamente a
realização de eleições antes das férias de Verão, de modo a que entre outras
vantagens, o próximo Governo disponha das melhores condições para elaborar a
proposta de Orçamento de Estado para 2015.
O facto de em Maio ocorrerem as eleições para
o Parlamento Europeu aconselha, em nome do interesse nacional, a realização de
eleições legislativas no mesmo dia das eleições europeias.
Poupar-se-ia dinheiro aos contribuintes e
aumentar-se-iam as condições para uma maior participação eleitoral.
Os riscos de alegada instabilidade junto dos
credores estariam acautelados por vida de compromisso de salvação nacional em
vigor.
Em conclusão, a preferência do PS é pela
realização de eleições no mesmo dia das eleições europeias (Maio de 2014), não
se opondo às outras duas hipóteses se disso for condição para se alcançar um
compromisso.
Fixada a data, das eleições, o “compromisso
de salvação nacional” deve estabelecer o respetivo calendário.
Segundo e terceiro pilares
1. Mudança de política: prioridade à economia
e ao emprego
A receita das políticas de austeridade
falhou. Os portugueses cumpriram todos os pesados sacrifícios que o Governo
lhes impôs, mas o Governo falhou as metas previamente estabelecidas. O défice
fiscal, sem receitas extraordinárias, ficou sempre acima do previsto; a divida
pública não pára de subir (tendo ultrapassado os 127% do PIB). Como
consequência, o desemprego atinge quase um milhão de portugueses e a economia
entrou numa espiral recessiva.
Só com novas políticas podemos vencer a
crise. As novas políticas devem centrar-se no crescimento económico e na
criação de emprego e, através destes, equilibrar as contas públicas de forma
sustentável. Para que tal aconteça, o PS defende e propõe:
1.1. Estabilizar a economia
1.1.1. Parar com as políticas de austeridade
Parar com os cortes de 4,7 mil milhões de
euros acordados entre o Governo e a troica na sétima avaliação, nomeadamente,
parar com os despedimentos na função pública, com mais cortes nas pensões
atuais, com a “contribuição de sustentabilidade do sistema de pensões” e com a
redução de vencimentos.
1.1.2. Política de rendimentos
Garantir a estabilização nominal dos
rendimentos, através de um “Acordo de Concertação Social Estratégico”, que
garante um aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN), das pensões mais baixas e
a extensão do subsídio social de desemprego por mais seis meses, para as
pessoas que não têm mais rendimentos.
Estas medidas promoverão a confiança das
famílias e contribuirão para a dinamização da procura interna.
1.2. Controlar as contas públicas
1.2.1. Regra para a despesa pública
A despesa corrente primária deve estabilizar,
em particular na despesa diretamente relacionada com rendimentos.
Pelo seu caracter cíclico, o funcionamento
dos estabilizadores automáticos deve ser acautelado, respeitando a transposição
do Tratado Orçamental para o ordenamento jurídico português (LEO).
1.2.2. Equilibrar as contas públicas
Para o PS, as contas públicas devem ser
equilibradas de forma sustentável. Para que isso aconteça, é necessário
estabelecer uma relação entre a evolução da economia e o ajustamento.
Para que tal aconteça é necessário uma
renegociação política das metas e dos prazos do nosso programa de ajustamento.
O “compromisso de salvação nacional”
reforçará a capacidade negocial do nosso país perante os nossos credores,
instituições e parceiros europeus.
1.3. Sustentabilidade da dívida pública
O PS defende uma solução global e europeia
para o problema das dívidas soberanas dos países da zona euro.
A parte da dívida soberana superior a 60% do
PIB deve ser gerida ao nível europeu, assumindo cada país a responsabilidade
pelo pagamento dos juros correspondentes.
Esta solução baixava os juros a pagar e o
défice orçamental.
Sem prejuízo dessa solução mais global, em
torno da constituição do denominado “Fundo de Redenção”, o nosso país deve
defender a intervenção do Mecanismo Europeu de Estabilidade na proteção das
emissões de dívida dos países da Zona do Euro com maiores dificuldades, em
particular aqueles sob maior pressão dos mercados.
Por outro lado, afigura-se essencial a
renegociação das maturidades dos empréstimos concedidos por credores oficiais,
o diferimento do pagamento dos juros e a redução das taxas de juro, para
garantir a sustentabilidade da dívida pública.
O nosso país deve solicitar o reembolso dos
lucros do sistema de Bancos Centrais com SMP (Securities Market´s Program),
como já aconteceu com a Grécia. Calcula-se que o montante seja de cerca de 6
000 milhões de euros.
Ao mesmo tempo, o Estado deve promover uma
consolidação dos recursos públicos para redução do endividamento público (
aplicação de disponibilidades financeiras em dívida pública).
O PS defende também o escrutínio público,
através da Assembleia da República e da Assembleia Legislativa Regional da
Madeira, em respeito pelos respetivos poderes e competências, da execução do
PAEF-Região Autónoma da Madeira.
1.4. Prioridade ao emprego e à economia
1.4.1. Investimento público e privado
Os fundos comunitários devem ser
prioritariamente dirigidos para incentivo reembolsável.
A componente nacional dos fundos comunitários
destinados ao investimento não deve contar para o défice.
1.4.2. Diminuir os custos de contexto e
promover o investimento
nacional e estrangeiro
Criar um tribunal especializado para dirimir
casos de investimento estruturante (incluindo aqui o investimento estrangeiro).
Promover o investimento na ligação
ferroviária do Porto de Sines a Espanha, o alargamento dos terminais de
contentores do Porto de Sines e o desenvolvimento de um Programa de
Qualificação das Áreas de Acolhimento Empresarial no país.
Prosseguir e aprofundar o Programa SIMPLEX.
1.4.3. Incentivos fiscais ao investimento
Deve ser igualmente considerada a revisão do
Regime Fiscal de Apoio ao Investimento (RFAInv.) e o Regime Fiscal de Apoio à
Internacionalização (RFAInt), para apoiar o desenvolvimento empresarial, em
particular das PMEs.
1.4.4. Criação do Banco de Fomento
A criação desta instituição financeira – com
licença bancária – deve permitir a articulação com as demais entidades
bancárias, utilizando um leque abrangente de soluções, desde o financiamento, à
emissão de garantias, à exploração do negócio de seguros de crédito, entre
outros produtos financeiros.
O desenvolvimento de um Fundo Financeiro para
o Desenvolvimento de Recursos Endógenos (agro-alimentares, florestais, mar e
serviços desenvolvidos a partir do factor terra) foi uma das propostas
apresentadas pelo PS que deve ter prosseguimento. O
desenvolvimento do perímetro de rega do
Alqueva é só um elemento ilustrativo desta aposta.
1.4.5. Financiamento das empresas
• Linha de crédito BEI;
• Revisão da carta de missão da CGD.
1.4.6. Sistema Fiscal
A política fiscal em 2014 deve desde logo
assumir duas medidas: primeiro, a redução do IVA da Restauração, repondo a taxa
intermédia de 13%, corrigindo uma medida de aumento para 23% que se demonstrou
errada, quer do ponto de vista orçamental, quer do ponto de vista económico; e,
segundo, deve ser empreendida, em 2014, uma redução progressiva do IRC, com
considerando o reinvestimento de resultados da atividade económica, a valorização
fiscal dos suprimentos dos sócios/acionistas e a criação líquida de emprego.
Cumprimento do princípio da Estabilidade
fiscal
Combate à fraude e evasão fiscal
Simplificação fiscal
1.4.7. Reabilitação urbana
Desenvolver programa de reabilitação urbana
como prioridade para a eficiência energética, como forma de combater o
desemprego e um défice estrutural da balança de bens. Tal passa, nomeadamente,
pela otimização do fundo Jessica e outros recursos comunitários.
1.4.8. Salvar empresas
Alteração à Lei Geral Tributária para
viabilizar os PERs – Processos Especiais de Revitalização, que têm vindo a ter
na Administração Fiscal um forte obstáculo à salvaguarda de postos de trabalho
e de valor (capital fixo).
1.4.9. Qualificação/formação desempregados
Esta política económica deve atender ao problema
central da economia portuguesa: o desemprego. Portugal atingirá este ano a
fasquia de 1 milhão de desempregados. O PS defende um programa de emergência
para apoiar os desempregados sem qualquer apoio social, mobilizando fundos
comunitários para qualificar e formar profissionalmente muitos portugueses que
neste momento difícil não encontram trabalho e necessitam de transitar entre
sectores de atividade. É urgente fazê-lo, em particular para os mais jovens. Operacionalização
urgente, pelo Estado português, da Iniciativa Jovem europeia, que deve começar
em Janeiro de 2014 para os países com taxa de desemprego jovem superior a 25%.
1.4.10. Apoio à criação de um fundo de coesão
da zona euro,
através do Instrumento de Convergência e Competitividade.
Este instrumento deve funcionar como um fundo
para os países da zona euro fazerem face a choques assimétricos e funcionará
como um estabilizador automático, podendo também permitir dar apoio À
competitividade.
2. Reforma do Estado
O PS defende uma reforma do Estado que
garanta a sustentabilidade das suas funções.
O PS volta a apresentar a sua proposta,
entregue em Novembro do ano passado no parlamento. Deste modo, seria possível
concluir este processo até ao final do primeiro trimestre do próximo ano.
A reforma deve constituir-se num processo
participado.
O PS está, como sempre esteve, disponível
para esse processo.
3. Privatizações
As receitas previstas com as privatizações,
ao abrigo do PAEF, já foram alcançadas, cumprindo-se o montante 5 mil milhões
de euros.
Assim, cada empresa, por força do PAEF
colocada em processo de privatização, deve ser objeto de reanálise.
O caso particular da TAP deve levar a um
processo negocial particular. O PS defende um processo em que a TAP possa vir a
constituir-se como um operador aéreo lusófono.
O cariz estratégico da TAP para o
desenvolvimento do turismo nacional, um sector exportador de serviços, deve
levar a uma operação de privatização com redobrados cuidados estratégicos,
protegendo as ligações diretas a mercados-fonte fundamentais.
O PS opõe-se à privatização das Águas de
Portugal, da RTP e da CGD.
4. Relações com os credores oficiais
A equipa técnica da Troica que nos visita não
tem competência política para tomar decisões.
A renegociação, e o redireccionamento, do
nosso programa de ajustamento precisam de um envolvimento dos responsáveis
políticos da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do FMI.
5. Sustentabilidade das finanças públicas
5.1. Consolidação Orçamental
5.1.1. Reforço do escrutínio das contas
públicas pelo Parlamento:
• PEC tem que ser submetido à AR antes de ser
enviado para
Bruxelas;
• São nulas e não podem ser votadas as
propostas de alteração apresentadas em momento posterior ao que foi definido
pela Assembleia da República para o processo orçamental, exceto no caso de
questões urgentes e inadiáveis assim consideradas por unanimidade pelos grupos
parlamentares;
• Regras para limitação de normas do
articulado da lei do Orçamento do Estado que não digam respeito a questões
fiscais ou orçamentais;
• Obrigatoriedade da inclusão na Nota Técnica
que acompanha o início do processo legislativo, no parlamento, do respetivo
impacto orçamental.
5.1.2. Reforço da transparência dos elementos
do Orçamento de Estado
• Mapa orçamental obrigatório sobre o Serviço
Nacional de Saúde;
• Mapa com dívidas não financeiras do Estado;
• Mapa da Dívida Pública;
• Execução Orçamental mensal detalhada do
Serviço Nacional de Saúde.
5.1.3. Controlo e garantia de boa execução
O Governo publica mensalmente os padrões de
segurança das rubricas de despesa;
5.1.4. Reforço do caracter plurianual do
Orçamento de Estado
O Orçamento anual deve ser enquadrado num
horizonte de três anos. Em cada ano, deve ser estimado o impacto do valor de
determinadas rubricas nos anos seguintes (exemplo: a evolução demográfica e a
dependência energética;
5.1.5. Antecipação do prazo de entrega do
Orçamento na AR, para 1 de Outubro, salvaguardando os casos excecionais.
5.1.6. Limitação pela Assembleia da República
do valor da dotação provisional.
5.1.7. Definição do conceito de défice
estrutural.
6. Acordo de Concertação Estratégica
O PS defende um Acordo de Concertação
Estratégica. Este acordo deve ter como objetivo travar o empobrecimento,
estabilizar as expectativas dos agentes económicos e promover a competitividade
da economia. Este acordo de confiança deve regular o seguinte:
1) Estabilização de médio prazo do quadro
fiscal e das prestações sociais;
2) Evolução dos salários em torno dos ganhos
de produtividade, da situação
económica do País, da taxa de inflação e dos
ganhos de competitividade relativa com outras economias;
3) Aumento do salário mínimo e das pensões
mais reduzidas, como forma de combate à pobreza e à apoio à recuperação da
procura interna;
4) Reposição dos níveis de proteção social
assegurados pelo complemento social para idosos e pelo rendimento social de
inserção;
5) Valorização da contratação coletiva, como
quadro adequado para a promoção da melhoria da produtividade nos diferentes
sectores;
6) Mobilizar recursos, designadamente fundos
comunitários, para apostar num programa massivo de formação e inserção profissional.
7. Governabilidade
Correspondendo à solicitação do Presidente da
República quanto às condições de governabilidade, após a realização das
eleições legislativas antecipadas, o PS assume as suas responsalidades e
reafirma:
O PS ambiciona governar o país com maioria
absoluta.
Se for essa a vontade dos portugueses, mesmo
apoiado por uma maioria absoluta no parlamento, o Governo liderado pelo PS não
descartará acordos de incidência governamental e empenhar-se-á na busca de acordos
de incidência parlamentar.Uma maioria parlamentar é condição necessária para a
existência da estabilidade política, mas pode não ser suficiente, como prova a
presente legislatura.
Acresce que a dimensão dos problemas do nosso
país exige um apoio político e social consistente e alargado, com a adesão e o
empenhamento do maior número de portugueses.O estado a que o país chegou exige
uma cultura de compromisso.É esta cultura de compromisso que o PS subscreve e
pratica, independentemente de estar no Governo ou na oposição.
Por outro lado, esta cultura de compromisso
não anula o papel relevante das oposições.
A divergência ou a oposição a uma determinada
linha política não impede cada partido político de contribuir para a
convergência em determinadas áreas essenciais da nossa vida coletiva.
Em aditamento
Alcançado o compromisso, o PS considera que
não devemos desperdiçar a oportunidade de encontrar soluções para respondermos
a outros problemas importantes do nosso país, designadamente: a desconfiança
crescente no sistema político, as injustiças na repartição dos impostos, a
corrupção e a opacidade na gestão dos negócios públicos.
Para estes problemas, o PS defende e propõe:
Maior confiança no sistema político,
nomeadamente, através da alteração da lei eleitoral para a Assembleia da
República que, num quadro de respeito das regras de proporcionalidade e de
governabilidade deve promover uma maior aproximação entre eleitos e eleitores
(exemplo: um maior poder de escolha por parte dos eleitores).Reforma do sistema
fiscal que promova a equidade e combate a fraude e a evasão fiscal. Para tal,
propõe-se a criação de um grupo de trabalho, no âmbito da Assembleia da República,
composto por todos os partidos políticos, para apresentação de uma proposta de
reforma global e coerente do sistema fiscal, até ao dia 31 de Dezembro de 2013.
Combate à corrupção e à opacidade dos
negócios públicos através da:
• Aprovação de diploma-quadro sobre códigos
de conduta e de ética no sector público.
• Cumprimento de todas as recomendações do
GRECO (Grupo de Estados de Combate à Corrupção do Conselho da Europa).
• Nomeação das comissões de acompanhamento
das privatizações no início do processo com designações imparciais, com regras
precisas de incompatibilidade e não acumuláveis com a participação noutras comissões.
• Normas sobre arbitragem e conflitos de
interesse.
A haver acordo este debate, em sede
parlamentar, deve ser aberto à participação de todos os partidos com
representação parlamentar e à cidadania.




6 comentários:
sabes uma coisa!!! sabes! pois e !
mas ainda te podes rir mais ! tempo e depois não chores !
Irei chorar de alegria quando o Tózé sair da política nacional, isso sim, o homem só diz disparates!
Qualquer um de nós já passou por aquela fase em que éramos crianças, andávamos na escola primária, e na nossa turma havia o gordinho! Aquela criança que parecia diferente. E na realidade era diferente. Infelizmente a tendência nos dias de hoje está a inverter-se.
cuidado q o TITANIC esta no fundo do mar !vê la se tens algum salva vidas a mão ..
O nosso país necessita de produzir mais, de criar riqueza, de criar novas ideias para as vender cá dentro ou lá fora. Sem produzir, não podemos pagar O CALOTE ,mas como tu tens ideias melhores candidata-te !
para não fazeres cara de parvo ao rir sozinho e sem som.
Para mim o Tózé é mais gordinho do que os outros, e é de facto diferente, é uma criança birrenta que só quer poleiro, até lá vai andar amuado e às avessas!
Sim o Titanic já lá está a repousar no fundo do mar, mas com o Tózé é sempre possível ir mais fundo!
PM
Vê antes assim, sem $$$ não podes fazer o que o PS propõe (regra geral), não se resolve um problema de despesa com mais despesa ainda, é idiota.
Se tenho melhores ideias, pois se tiveres 2 minutos do teu tempo podes ler este post:
http://pantominocracia.blogspot.pt/2013/06/pantominomics-para-portugal-depois-dos.html
Não sou só do bota abaixo!
PM
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